Live: Como cuidar das relações familiares em tempos de pandemia

A pandemia mudou nossas rotinas e tornou o convívio familiar mais próximo, o que embora seja positivo, estar mais tempo com as famílias pode gerar atritos e brigas.

 

Pensando nisso, hoje teremos uma live com a psicóloga e especialista em terapia de casais e família Cassia Martins Pereira e a psicóloga e pedagoga Lilian Paiva, com mediação da Andréa Magalhães, Psicóloga formada pela PUC RJ e Psicoterapeuta Cognitivo para uma live especial.

 

O tema será “Como cuidar das relações familiares em tempos de pandemia”

 

Não perca essa oportunidade de aprender como cuidar e melhorar as suas relações familiares. A live será às 19 horas, hoje. Esperamos você lá!

 

Essa é mais uma ação da Cambaúba em prol de uma vida melhor.

Dificuldades de Aprendizagem em Tempos de Covid

“Sair sempre que possível da rotina e seguir desenvolvendo funções executivas até o último dia de vida”. Esse foi o pensamento que permeou a terceira live do projeto “Diálogos com a comunidade”.

 

Com muita descontração e bom humor, a psicóloga e fonoaudióloga Rochele Paz – mestre e doutora em Psicologia do Desenvolvimento, professora titular do curso de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e atual presidente da Associação Brasileira de Neuropsicologia (SBNp) – deixou de lado a sua coletânea de pós-doutorados e inumeráveis títulos para ter uma conversa franca com os participantes da live sobre “Dificuldades socioemocionais e de funções executivas, da Educação Infantil ao Ensino Médio”, que a Escola Modelar Cambaúba promoveu em dois encontros virtuais realizados nos dias quatro e 13 de abril no seu canal do YouTube.

 

Identificando-se como “uma mãe na pandemia” e “um ser humano entristecido” com toda a situação causada pela pandemia de COVID-19, a dra. Rochele preferiu dividir com os pais e profissionais da escola suas reflexões acerca de conceitos como atenção, memória, motivação, linguagem e leitura, que têm deixado tantos pais ansiosos e preocupados com o desenvolvimento da aprendizagem de seus filhos, devido às perdas inevitáveis que resultam do afastamento do ambiente escolar e das dificuldades que as famílias têm enfrentado para dar continuidade ao ensino de crianças e jovens em casa.

 

– Nós vamos ter que nos unir, pais e escola, para combater o que for possível num programa de contenção de danos, porque a gente não escolheu estar onde a gente está – afirmou a psicóloga, que também elogiou a iniciativa da escola de promover esse tipo de diálogo com a comunidade escolar.

 

Ao final, o diretor pedagógico Luiz Alberto Boing antecipou que em breve os pais poderão participar de outra live em que se discutirá o que é possível recuperar, em termos de currículo, ao longo dos próximos anos.

Associados tiram dúvidas sobre Covid-19 com especialista no assunto

“Covid-19: Cenário atual, desafios e expectativas” foi o tema escolhido para dar início à série de diálogos que a Escola Modelar Cambaúba promove em 2021 entre a comunidade escolar e representantes da sociedade sobre questões relevantes ao ambiente escolar e à área da educação na atualidade.

 

O convidado deste encontro foi o médico infectologista dr. Alberto Chebabo, diretor médico do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia e membro do Comitê Especial de Enfrentamento da Covid-19, criado pela Prefeitura do Rio de Janeiro para monitorar a situação e elaborar recomendações de combate à pandemia na cidade.

 

Entre diversas questões abordadas, Chebabo contextualizou o momento atual da pandemia na capital fluminense, falou sobre o acometimento da Covid-19 e sua transmissibilidade entre crianças e jovens no ambiente escolar e ainda respondeu a perguntas encaminhadas pelos participantes, em sua maioria pais de alunos que desejavam esclarecer dúvidas quanto à doença e à segurança dos filhos, diante do dilema colocado pela possibilidade de retorno às aulas presenciais ou permanência do ensino remoto.

 

Para o especialista, a educação é fundamental e necessária, e a presença da criança na escola não pode ser substituída por nenhuma outra atividade. Por essa razão e tendo em vista que, segundo ele, a maior parte das infecções ocorrem fora do ambiente escolar, nos momentos em que se tem uma redução da transmissão, a escola deve ser uma das primeiras atividades a voltar, de forma híbrida, com atividades presenciais e a distância e respeitando, obviamente, um protocolo rígido de medidas que diminuam o risco de transmissão dentro da escola.

 

– A escola, na verdade, funciona como um fator de proteção, porque a criança está dentro de um ambiente controlado, um ambiente onde tem todo um controle de entrada, avaliação de sintomas, de distanciamento, que nem sempre a gente vai encontrar quando a criança está afastada desse ambiente, dentro das suas famílias ou nas atividades que ela faz fora da escola – explicou Chebabo, ressaltando que, embora casos esporádicos possam acontecer, os protocolos são importantes para evitar que pessoas contaminadas transmitam o vírus dentro da escola.

 

– Acho que o mais importante é a gente entender essa dinâmica em que a criança ela não é o principal vetor de transmissão; na grande maioria, as infecções não acontecem na escola, e os protocolos na escola têm que ser adequados suficiente par evitar que um profissional da educação ou uma criança sintomática transmita para outros profissionais, outras crianças dentro da escola. Ele tem que ser suficientemente forte e organizado pra que a gente não tenha transmissão secundária na escola – afirmou ele.

 

A associada Márcia Alves, doutora em Odontologia, docente e pesquisadora da UFRJ, foi a mediadora desse primeiro encontro, a convite da coordenadora pedagógica do Ensino Médio, Simone Freire, que organizou o evento. Márcia Alves integra a Comissão de Combate à COVID-19 da Escola, formada por associados que atuam profissionalmente na área da saúde e voluntariamente contribuíram para a elaboração de um protocolo com as medidas adotadas na Cambaúba, desde setembro ano passado, visando à prevenção de contágio no ambiente escolar.

 

A Comissão – que conta ainda com a participação dos associados Patrícia Dutra, Marcelo Gandra, Luciana Rocha, Anna Pierucci e Georgia Atella – aprovou o protocolo de “Diretrizes para o retorno seguro às aulas presenciais”, que foi elaborado com a consultoria de uma empresa especializada em controle de infecção, Previse, aprovado pela Diretoria da Associação da Escola Modelar Cambaúba e recebeu, também, o aval da Vigilância Sanitária, que recentemente visitou os espaços da escola, analisou os documentos e aprovou todas as medidas tomadas para a prevenção de contágio.

 

Todos os documentos relativos aos protocolos adotados podem – e devem – ser consultados pelos associados, profissionais e corpo pedagógico no comunicado intitulado “Protocolos”, do dia 20/03/2021, na Área Restrita/AEMC/Notícias, no site da Escola ou através do aplicativo IsCool. Pois, como bem lembrou a mediadora Márcia Alves, a participação de todos nesse esforço é fundamental para se fazer os ajustes que são inerentes a qualquer processo de melhoria.

 

Inscreva-se nas nossas mídias sociais e fique por dentro de todas as novidades e eventos da Escola Modelar Cambaúba.

 

Instagram (https://www.instagram.com/escolamodelarcambauba/)
Facebook (https://www.facebook.com/escolamodelarcambaubaemc)
Youtube (https://www.youtube.com/c/EscolaModelarCambaúba/featured)
Linkedin (https://br.linkedin.com/company/escola-modelar-cambaúba)

Área Do Associado